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tendências da moda: quem faz é você!


A moda está em todos os lugares. Esta é a singela opinião de alguém que adora o assunto e leva até hoje o pensamento que Miranda Priestly passou a Andy Sachs sobre o azul de sua blusa, no filme O Diabo Veste Prada.
A lição foi simples: o verde limão da camiseta da sua prima, o jeans da sua calça e até o preto do vestido favorito da sua mãe foram, um dia, pensados, desenhados e desfilados por algum estilista que escolhe os mínimos detalhes, fazendo aquela roupa ser perfeita para você, independente de quem você seja. Falar que não liga ou não gosta de moda tem um significado diferente do literal: por mais que você não goste de acompanhar tendências, saber o que o mercado tem de novo ou se importar com marcas ou estilos, não existe jeito de fugir da moda. Acredito que esse já é um conceito entendido pelos jovens de hoje. Aprendemos desde cedo a nos preocupar com o modo de nos vestir, já que é ele que nos apresenta ao mundo; afinal, são extremamente raras (se é que existem) as pessoas que nunca reparam nem um pouco nas roupas de outras.
Assim, estar na moda é, na maioria dos casos, uma questão importante. E alcançar esse objetivo está definitivamente mais fácil do que há anos atrás. A internet, as novelas, os videoclipes, as ruas, tudo passa informação, você só precisa selecionar o que gosta. E essa informação é tanta que até os estilistas a utilizam, fazendo com que eles, que antes tinham o papel de ditar, agora repassem e afirmem o que será usado.
Esta geração não senta e espera os estilistas desfilarem o que será usado. Elas (e eles, cada vez mais presentes nesse mundo que se pensava ser tão feminino) pensam, imaginam, criam, arriscam, fazem, usam e ainda postam na internet para o mundo ver – fazendo com que outras pessoas vejam, pensem, imaginem, arrisquem, façam e usem. É uma reação em cadeia que atinge cada vez mais pessoas, fazendo com que cada vez mais jovens (e até crianças) se interessem pelo mercado, lotando classes de universidades e cursos técnicos, obrigando outros setores a investir mais no assunto.
Isso também faz com que a moda não seja apenas produto para a alta sociedade. Já é possível encontrar roupas parecidas com as desfiladas duas semanas antes em passarelas da alta costura em lojas populares e com um preço “possível”. O mercado da moda não é mais somente para os ricos, é para quem procura, para quem quer.
E é quem quer quem sabe usar as maiores tendências. Utilizando exemplos que eu adoro: Alguma peça de couro (de vestido à bota, passando pela calça que é o maior hit) misturada com peças delicadas de renda ou maxi tricôs, formando um look inesperado, mas extremamente atual e, para quem sabe compor, bonito; Cores antes evitadas sendo usadas juntas: o um pouco assustador color block que pode fazer a diferença; Vários anéis e pulseiras usados de uma vez, mostrando o quão poderosos os acessórios podem ser. Com um pouco de pesquisa, tendências como essas ficam fáceis de usar – o contrário do que pensa quem vê. Ouvir uma frase do tipo: “Não sei como, mas você conseguiu fazer com que coisas inesperadas entrassem em perfeita harmonia” deve levar um fashionista ao auge da felicidade. Aliás, esse é o conceito básico de que deve estar na cabeça de qualquer pessoa que procura seguir tendências: Saber usar.
Imagens: google images
Portanto, garotas e garotos, não adianta mais falar que quer, mas não consegue ser fashion por não ter condições financeiras ou por não saber nem ter como aprender. Isso, hoje em dia, é tão mito quanto falar que você não tem ligação nenhuma com a moda. Quem quer consegue, sim, e pode conseguir muito mais do que apenas seguir.
Finalizando, agradeço à Simone que me contatou e ao Blog da Mulher pelo convite e pela oportunidade de escrever para o blog. Adorei o desafio, e espero que todos tenham gostado.

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